21/02/2024 - Edição 525

Campo Grande

Buracos podem voltar às ruas de Campo Grande com fim de contratos emergenciais

Publicado em 22/09/2017 12:00 -

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Campo Grande corre o risco de voltar a ficar com ruas esburacadas e a situação pode piorar com a proximidade do período de chuvas do fim de ano. Das trinta equipes que atuam na Operação Tapa-Buracos, a Prefeitura deve ficar só com três a partir da quarta-feira (27) da semana que vem, quando vencem os contratos de emergência feito em março com sete empresas por meio de parceria do Município com o Governo do Estado.

Nova licitação está em fase de análise das propostas feitas por 20 empresas, sem prazo determinado para finalização. Como a Prefeitura dispõe apenas de três equipes próprias para o serviço, a redução de 90% das frentes de trabalho põe em risco a situação precária da maioria das vias que há décadas esperam por recapeamento na Capital.

Parece que os milhões de reais “doados” pelo Governo do Estado para que a Prefeitura fizesse a operação tapa-buracos nas vias da cidade não foram suficientes para solucionar o problema. Crateras ainda se espalham pelas principais avenidas de acesso da região do Aero Rancho ao centro da cidade.

Quem passa pela Avenida Bandeirantes, por exemplo, quando chega à Avenida Afonso Pena para, desce do carro e reza um Pai Nosso por ter concluído o percurso sem bater o carro, ou pior ainda, atropelado alguém em decorrência da ação de desviar os inúmeros buracos.

O mesmo acontece quem pega a Avenida Presidente Ernesto Geisel depois de cruzar a Avenida Manoel da Costa Lima, indo em direção ao centro da cidade. Além de ter uma das pistas comprometidas pelo desmoronamento da via devido à falta de planejamento quando a avenida foi pavimentada, agora as outras pistas que sobraram estão tomadas por crateras que, na próxima chuva, vão ficar tão grandes que serão capazes de engolir os veículos. No Vilas Boas e no Tiradentes as crateras insistem em aparecer.


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