22/04/2024 - Edição 540

Ponte Aérea

Para indígenas, pouco mudou depois de Bolsonaro

Raphael Tsavkko Garcia fala deste tema, e também da tremedeira militar

Publicado em 16/02/2024 9:37 - Raphael Tsavkko Garcia

Divulgação

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Em 2020, escrevi um artigo, como freelancer, para a REVOLVE sobre como as comunidades indígenas estavam se organizando para proteger suas terras e o meio ambiente, especialmente diante da sombra iminente de Bolsonaro como presidente. Agora, 4 anos depois, trabalhando para a REVOLVE, acabei de publicar outro artigo que, infelizmente, mostra que pouco mudou quando se trata do maior desafio para a população indígena: Sobreviver.

Claro, Lula é agora o presidente (novamente). Ainda assim, os desafios dos indígenas – desde proteger o meio ambiente até simplesmente permanecer vivo – são os mesmos, e a situação das comunidades indígenas, especialmente dos Yanomami, ainda é grave.

É um fato que Lula criou o Ministério dos Povos Indígenas, mas é pouco mais do que uma casca vazia em um mar de falsas promessas.

SELVA!

Milico BR nunca viu uma guerra. Batia em civil na Ditadura e só. Se achavam macho pacas! Os caras sobem de patente por inércia, porque basicamente só tem meio fio pra pintar.

Medalhas valem menos que de escoteiro mirim (sacanagem com os escoteiros, foi mal o vacilo). Cara DESMAIA ao receber visita da PF depois de tentar dar golpe. Ameaça de conflito na Guiana com Venezuela, os blindados do exército chegam no mês seguinte.

Bicho, se Suriname invadir, fodeu. Não dá nem 5 minutos de guerra porque os milicos vão descobrir que usar cal contra o inimigo não faz lá muita diferença e nem mostrar medalhinha de latão que ganharam em quermesse do Clube Militar.

Sério, o cara DESMAIOU. O comandante do Batalhão de Operações Psicológicas… Operações Psicológicas!=D

Seria piada se não fosse… Bem, é piada mesmo.

 

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Raphael Tsavkko Garcia


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