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Barbárie

Publicado em 21/03/2014 12:00 -

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A auxiliar de serviços gerais Cláudia Ferreira da Silva, 38, foi arrastada por cerca de 250 metros pelas ruas de Madureira (RJ) por uma viatura da Polícia Militar. Ela havia sido colocada no porta-malas do carro para ser levada ao hospital, após ter sido baleada durante uma suposta troca de tiros entre criminosos e PMs, que faziam uma operação na comunidade da Congonha. O porta-malas se abriu, ela ficou pendurada, e chegou morta no hospital.

A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros – titular da Auditoria da Justiça Militar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – concedeu a liberdade provisória aos três policiais militares envolvidos. A magistrada diz que a decisão se deve "a ausência de peças técnicas da causa mortis da vítima, bem como da constatação de outras eventuais lesões".


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