28/02/2024 - Edição 525

Campo Grande

Hospital do Câncer será referência em tratamento oncológico em MS

Publicado em 10/06/2016 12:00 -

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Com aporte de mais de R$ 1,2 milhão do Governo do Estado, o Hospital de Câncer de Campo Grande Alfredo Abrão (HCAA) será referência em tratamento oncológico em Mato Grosso do Sul. O anúncio foi feito pelo governador Reinaldo Azambuja, durante visita às obras da nova unidade da instituição mantida pela Fundação Carmem Prudente.

De acordo com o governador, os recursos do poder público empregados na unidade hospitalar farão do local um centro de tratamento de câncer. Por isso, “a conclusão da obra é uma prioridade para a população de Mato Grosso do Sul”.

Além do repasse de R$ 1,2 milhão do Governo do Estado para o término do subsolo e do térreo do novo prédio, onde ficarão salas de atendimento ao público, consultórios, ala administrativa, salas de procedimentos e coletas, o hospital vai receber R$ 400 mil de emendas de 20 parlamentares e R$ 208,5 mil do TJMS, por intermédio da Central de Execução de Penas Alternativas (Cepa).

Conforme o presidente Carlos Alberto Coimbra, “o recurso das emendas serão utilizados para aquisição de um sistema de gestão hospitalar e a doação do Tribunal de Justiça será usada para a modernização do Centro Cirúrgico”.

A previsão é que parte do hospital, o térreo e o subsolo, construídos com aporte financeiro do Governo do Estado, sejam inaugurados nos próximos 40 dias. “Depois de concluir esses dois pavimentos vamos subir com as obras para primeiro os próximos andares”, disse Reinaldo ao reafirmar seu compromisso em concluir o hospital.

Os trabalhos de edificação foram retomados em janeiro desse ano. Depois de pronta, a nova unidade terá 9 andares e capacidade para 248 leitos – o prédio fica na Rua Marechal Rondon, Centro da Capital, ao lado da atual instalação.

Os deputados estaduais que compareceram à visita foram: Amarildo Cruz, Beto Pereira, Coronel Davi, Felipe Orro, João Grandão, Junior Mochi (presidente da Assembleia), Lídio Lopes, Mara Caseiro, Marcio Fernandes e Rinaldo Modesto


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