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Campo Grande
Categoria pede reajuste salarial de 16% e empresários pontuaram limite de 6,4%
Publicado em 17/01/2023 9:48 - Semana On
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Termina nesta terça-feira (17) o prazo final estabelecido pelo STTCU (Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo Urbano) para uma resposta do Consórcio Guaicurus sobre o reajuste salarial exigido pelos motoristas de ônibus. Com isso, a categoria deve votar o indicativo de greve em assembleia nesta quarta-feira (18). Se a maioria decidir pelo movimento grevista, Campo Grande pode ficar sem ônibus a partir da quinta-feira (19).
Não houve posicionamento do Consórcio Guaicurus até o momento, segundo o presidente do sindicato, Demétrio Freitas. Também não há previsão de reuniões com empresários e o horário da assembleia de quarta, mas o sindicalista confirma que a categoria deve cruzar os braços e votar o indicativo de greve.
Em ata de reunião com o presidente do Setor (Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de MS), João Rezende, e gerente executivo do consórcio, Robson Luis Strengari, nesta manhã, a empresa pontuou que não teve o reajuste da tarifa definido pela Prefeitura de Campo Grande, que o consórcio não tem como atender as reivindicações.
Por sua vez, a categoria reforçou que aguardou os prazos solicitados e divulgados amplamente, paralisando as atividades nos próximos dias, portanto, “encerrando as tratativas amigáveis”.
Reajuste da tarifa
A categoria pede o reajuste salarial de 16%, enquanto empresários pontuam o limite de 6,4%. Desde 22 de dezembro debatem o valor reajuste, mas não alcançaram um acordo.
O Consórcio Guaicurus pede aumento da passagem do transporte público de R$ 4,40 para R$ 8. De acordo com o diretor-executivo do consórcio, Robson Strengari, o novo preço considera diversos fatores, como a alta do combustível e INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor).
Consórcio quer passagem a R$ 8
Anualmente avaliado em novembro, o Consórcio Guaicurus considera que o reajuste da passagem do transporte público de Campo Grande pode chegar a R$ 8. Atualmente, a tarifa custa R$ 4,40 aos passageiros, mas, de acordo com o diretor-executivo do consórcio, Robson Strengari, o novo preço considera diversos fatores, como a alta do combustível e INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor).
“O estudo ainda não foi concluído e a Agereg que decide, mas o reajuste chega em torno de R$ 8. Ainda temos nesse mês a negociação de reajuste salarial de funcionários, temos assuntos em andamento para mudanças”, afirma.
A gratuidade deve ser melhor distribuída acho que estudantes deveria estudar no seu bairro e não ter passe livre por isso os trabalhadores pagam por isso e ainda tem que aguenta as badernas que esses Jovem fazem nos coletivos e usam os assentos e o que pagam vão em pé
E uma vergonha o transporte coletivo de campo grande ter uma passagem reajustada neste valor pois falta ônibus em vários bairros como tínhamos antes terminais lotado em horário de pico falta ônibus de terminais para terminais como tínhamos antes ônibus velhos lotações agora se a passagem passar a este valor o usuário de transporte coletivo vai passar a andar de bicicleta por isso que aumentou a venda de moto e bicicletas e vai aumentar mais então acredito que vai cair o uso do transporte coletivo a passagem só aumenta e não temos melhoria no transporte.