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Saúde
MS teve 439 novos casos e quatro óbitos confirmados na última semana
Publicado em 12/12/2023 11:45 - Paula Laboissière (Agência Brasil), Semana On - Edição Semana On
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Diante da identificação de duas novas sublinhagens do vírus da covid-19 no país, o Ministério da Saúde passou a recomendar uma nova dose da vacina bivalente para pessoas com 60 anos ou mais e imunocomprometidos acima de 12 anos que tenham recebido a última dose do imunizante há mais de seis meses.
“Seguimos atentos ao cenário epidemiológico da covid-19. Com a identificação de duas novas sublinhagens no país, a JN.1 e JG.3, decidimos antecipar para grupos prioritários uma nova dose da vacina bivalente. A vacinação é essencial para nossa proteção”, twitou a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
“Sempre trabalhamos para que estejam disponíveis as vacinas mais atualizadas, seguras e eficazes aprovadas pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Em especial para pessoas em grupos de risco ou com sintomas gripais, recomenda-se maior proteção, como o uso de máscara em locais fechados e evitar aglomerações.”
Antiviral
A pasta destacou ainda que o antiviral nirmatrelvir/ritonavir está disponível na rede pública para o tratamento da infecção por covid-19 em idosos com 65 anos ou mais e imunossuprimidos com 18 anos ou mais, logo que os sintomas aparecerem e houver a confirmação de teste positivo.
Subvariantes
De acordo com o ministério, a subvariante JN.1, inicialmente detectada no Ceará, vem ganhando proporção global e já corresponde a 3,2% dos registros em todo o mundo. Já a sublinhagem JG.3, também identificada no Ceará, está sendo monitorada em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.
“O Ministério da Saúde segue alinhado com todas as evidências científicas, com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mais atualizadas para o enfrentamento da covid-19, incluindo o planejamento para vacinação em 2024, que já está em andamento.”
“A pasta garante que o SUS [Sistema Único de Saúde] sempre terá disponível as vacinas mais atualizadas, seguras e eficazes aprovadas pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária].”

Em MS
Divulgado nesta terça-feira (12) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), boletim epidemiológico semanal de Covid-19 registra mais 439 casos e 4 óbitos pela doença em Mato Grosso do Sul, totalizando 621.552 casos e 11.161 mortes desde o início da pandemia.
Dourados lidera o ranking semanal, com 67 novos casos. Campo Grande vem em segundo com 38 registros e Coronel Sapucaia em terceiro com 32. Junto com Amambai, Três Lagoas, Rio Brilhante, Jardim, São Gabriel do Oeste, Maracaju e Ponta Porã, essas são as dez cidades com mais casos de Covid-19 na semana.
No Brasil já são 38.106.633 casos e 708.021 mortes, e no mundo são 772.138.818 casos e 6.985.964 falecimentos em decorrência da doença.
A taxa de mortalidade no Estado é de 7,4 para cada 100 mil habitantes. Os últimos óbitos foram registrados em Cassilândia, Bataguassu, Três Lagoas e Amambai. Entre as vítimas estão uma mulher de 71 anos, um homem de 63, um jovem de 24 e um bebê de dois meses. Com exceção do jovem, que não tinha comorbidades relatadas, todos tinham doença cardiovascular crônica ou hipertensão.
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