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Entrevista

Pragmatismo e equilíbrio fiscal: Riedel projeta futuro político e econômico de MS

Em entrevista à Semana On, governador evita rótulos ideológicos e defende uma direita comprometida com responsabilidade fiscal e inclusão social

Publicado em 19/12/2024 12:47 - Victor Barone

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Nos dois primeiros anos de mandato, o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), consolidou uma gestão marcada por altos índices de aprovação popular e expressivos resultados econômicos. Em entrevista exclusiva ao jornalista Victor Barone, editor do portal Semana ON, Riedel destacou os principais desafios e conquistas de sua administração. Com uma taxa de aprovação que ultrapassa os 80%, o governador atribui o reconhecimento ao trabalho focado no desenvolvimento econômico, na inclusão social e na qualificação profissional.

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Ao longo da conversa, Riedel enfatizou os avanços na atração de investimentos, que devem ultrapassar a marca de R$ 100 bilhões nos próximos dois anos. O governador ressaltou o impacto positivo desse ciclo de crescimento sobre o mercado de trabalho e o aumento da renda familiar, destacando o papel fundamental do governo na criação de um ambiente favorável para o investimento privado.

O governador reconheceu os desafios impostos pelas desigualdades sociais, especialmente na disparidade de distribuição de renda no Estado. Para enfrentar essas questões, ele reforçou a importância de políticas públicas de educação e qualificação profissional.

Outro ponto de destaque foi a nova modelagem para a saúde pública no estado. Riedel anunciou o projeto de ampliação do Hospital Regional, que dobrará a capacidade de leitos, e a adoção de uma parceria público-privada para a gestão de serviços administrativos. Ele também sinalizou a regionalização da saúde com foco em cidades estratégicas, como Dourados, Corumbá e Coxim.

Na área política, o governador falou sobre a reconfiguração do PSDB e as discussões sobre o futuro do partido, reafirmando seu compromisso com uma agenda de equilíbrio fiscal e responsabilidade social. Com foco no pragmatismo, Riedel evitou rótulos ideológicos e defendeu a implementação de políticas públicas que tragam resultados concretos para a sociedade sul-mato-grossense.

 

O senhor completou metade do mandato com quase 60% de avaliação ótima e boa e quase 80% de aprovação. São números muito significativos. O que destacaria como fatores mais positivos nesses dois anos e quais foram os gargalos?

Acho que esta aprovação é consequência e resultado de trabalho. Estamos muito focados no desenvolvimento do estado e em atacar aqueles problemas estruturais que a sociedade tem, entregando resultados. Se há essa percepção da sociedade, isso acaba refletindo em avaliação positiva. Temos procurado criar um ambiente de crescimento e de desenvolvimento que se traduza em oportunidades para as pessoas.

O que que é isso? Emprego, renda, crescimento da renda média, oportunidade de trabalho. Isso, associado as políticas públicas que a gente vem desenvolvendo nas áreas essenciais, na educação, segurança pública, e na assertividade dos programas sociais, buscando achar efetivamente as pessoas com necessidades. Tudo isso eu entendo que a gente vem conquistando. Mas, não é um clique, não é uma virada de chave, é um processo diário de trabalho, que vai melhorando e crescendo ao longo do tempo. Eu não acredito em soluções mágicas. E os próximos dois anos vão ser de muito trabalho nesse sentido.

Eu acho que nós somos vítimas do que nós mesmos criamos. Vítimas no bom sentido, pois nosso desafio é acompanhar esse ritmo de crescimento que conseguimos imprimir no Mato Grosso do Sul. Quando se fala de 5 a 7% de crescimento do PIB ao ano, isso significa a imposição de uma série de demandas como habitação, infraestrutura, acompanhar toda a lógica da segurança pública e saúde nesses polos de crescimento mais evidentes. É um desafio para o estado, que vamos procurar superar com trabalho.

O senhor disse recentemente que há uma previsão de mais de R$ 100 bilhões de reais em investimentos nos próximos dois anos. Estamos vendo grandes empreendimentos chegando ao estado. O que mais vem por aí?

Há os investimentos anunciados e maduros, já para acontecer, que levam a esses números. Mas, decorrente disso há também uma série de investimentos que a gente não consegue nem mensurar hoje. Um bom exemplo é a Arauco, lá em Inocência, que já começou a terraplanagem, já contrataram R$ 500 milhões, um mundo de máquinas. A habitação está em andamento, a gente não tinha no radar o número de empresas que estão fazendo casas lá. É investimento. Aí, chega uma empresa da área de hotelaria. É restaurante, fornecimento de marmita, etc. A área de serviços se movimenta muito rápido para atender essa demanda. E o próprio estado está investindo. Está ficando pronto o aeródromo, todo o projeto de construção da MS-320, da MS-316. Um investimento desse traz um sem número de investimentos periféricos, importantes, que a gente nem mensurou. Na sequência tem a Bracell, praticamente fechada para começar a obra em 2026. Tem todo esse setor da laranja. Estou recebendo hoje (segunda-feira, dia 16) empresariado deste setor, outro grupo, o terceiro que vem aqui e que quer conversar. Temos provocado isso, pois temos ido para fora, mostrado o estado, atraído estas empresas, criado esse ambiente de crescimento.

Quase 6% de crescimento do PIB, um avanço substancial na economia, empresas grandes chegando, desenvolvimento sendo fomentado. No entanto, Mato Grosso do Sul ainda é um estado com uma tremenda desigualdade social, o que tem muito a ver com qualificação da mão de obra. O que tem sido e será feito para sanar este gargalo e distribuir estas riquezas de uma forma mais equânime?

Eu entendo que o único caminho é a educação e a qualificação. A renda média é diretamente proporcional aos anos de estudo de qualquer cidadão. Então, é a educação e a qualificação que vão proporcionar uma melhoria substancial. Somos a terceira melhor renda média do país. A desigualdade existe? Claro, e ela é abissal. Mas, os números do Mato Grosso do Sul são muito melhores que a maioria dos estados brasileiros nesse quesito. Ter a terceira melhor renda média significa que, na média, nós temos uma condição melhor nesse sentido. Agora, nós temos ainda grupos da sociedade que não ativaram a oportunidade. E aí, é busca ativa. É chegar nessas pessoas e dizer, “olha, tem oportunidade de trabalho, vamos qualificar, vamos entrar no programa”. Você não pode obrigar a pessoa, mas dar a oportunidade. E isso tem acontecido, e junto com parceiros. Não é um trabalho só do governo. É um trabalho da iniciativa privada, do Sistema S e do governo. É esse trabalho que vai gerar o avanço.

Vou te dar um exemplo de empresas que certamente atuaram muito para diminuir essa desigualdade com as mulheres. Tem os viveiros da Suzano em Ribas do Rio Pardo e Água Clara, única e exclusivamente com mulheres trabalhando. Entre 200 e 250 mulheres em cada um deles. São mulheres cujos maridos trabalham, provavelmente, numa propriedade, numa fazendo, aquela mão de obra de menor valor agregado. Famílias com renda média per capita baixa. Essas mulheres passaram a ter a oportunidade de deixar os filhos na creche e ver dobrada a renda da família. A renda média per capita sobe muito. A mulher ganha uma independência e uma autoestima, pois recebeu capacitação, tem orgulho do que faz, recebe auxílio saúde, vale alimentação, o filho está na creche, que é o maior bem dela. E qual o papel do governo neste processo? Só atraiu o investimento. A empresa é que está proporcionando. É esse ambiente de crescimento que vai proporcionar o aumento da renda média. O papel da política pública é olhar esses grupos de baixíssima renda, excluídos, e incluí-los no processo pela qualificação e educação na base.

Este não foi um ano fácil. A quebra da safra, diminuição da arrecadação e algumas questões relacionadas a aumentos de salário em setores do funcionalismo impactaram a economia. Como este cenário vai afetar os investimentos programados para os próximos dois anos?

Hoje ainda está tudo bem. Teremos que avaliar muito bem como será o comportamento da receita em 2025. Temos alguns investimentos grandes, que foram frutos de financiamento. Isso terá sequência. Não impacta diretamente. O volume e a capacidade do percentual da receita corrente líquida do estado, que em 2023 e 2024 foram absolutamente recordes, vai depender de como a receita vai se comportar em 2025. O impacto da receita é fruto de dois grandes setores, o agropecuário (que sentiu bastante) e o do gás (que sentiu bastante também). Esses dois grandes setores impactaram negativamente a receita do estado. Nós vamos ter que trabalhar 2025. A perspectiva é que a gente melhore um pouco isso. Agora, o papel do gestor é esse, proteger o equilíbrio fiscal. Se a receita não responder, por conta dessas atividades, vamos ter que atuar em cima dos ajustes. É o papel do gestor. Dói em alguém, não tem jeito. Mas, a gente tem que ter isso claro para a sociedade, até para preservar a condição que o Mato Grosso do Sul conquistou.

Saúde é um gargalo no Brasil inteiro e em Mato Grosso do Sul não é diferente. Diz-se que há um planejamento novo vindo aí, misturando iniciativa privada com o poder público. O que o senhor pode adiantar desse projeto para a saúde no Mato Grosso do Sul?

É um projeto que está ficando maduro, que vem para 2025, que é o Regional do Mato Grosso do Sul em um outro formato, onde a gente preserva a política pública para a saúde e o hospital como um prestador de serviços para o estado inteiro, com uma outra capacidade, praticamente dobrada, com uma outra infraestrutura, muito mais eficiente e operacionalizada por um parceiro privado na área administrativa e de serviços, na área MEI, não na área-fim, de saúde, onde a gente mantém os profissionais do estado. É uma gestão compartilhada, que funciona muito bem em diversos lugares do mundo e aqui mesmo no Brasil. Na Bahia tem um modelo fantástico, outros estados têm também. Não é o modelo de OS, não é um modelo onde você só paga o resultado pelo SUS. É um modelo de parceria público-privada, onde o estado detém a gestão médica, de enfermagem, o que a gente chama de bata branca, e o parceiro trabalha com a administração de gestão do hospital.

E quais são os primeiros passos desse projeto? Sai no segundo semestre?

Acho que no primeiro semestre a gente consegue definir muito bem a concretização do caminho. A gente precisa fazer audiência pública, apresentar o projeto, ir ao mercado. Então, é possível que todo esse cronograma seja cumprido ainda no primeiro semestre. Definido o parceiro, ato contínuo começamos os investimentos, que são principalmente na obra do novo prédio do Hospital Regional, que vai dobrar o número de leitos.

E o interior? O que se desenha para os próximos dois anos.

No curto prazo a gente tem o funcionamento do Hospital Regional de Dourados, que é uma mudança muito sensível na região. Nós vamos mirar Corumbá e Coxim. São dois municípios onde a gente precisa de investimentos importantes na área da saúde, da regionalização como um todo.

O senhor está há 20 anos no PSDB, um partido que teve origem na centro-esquerda, na social democracia, e que depois caminhou paulatinamente para a direita. O senhor tem sido convidado por inúmeros partidos. A tendência é que migre ainda mais para a direita, ou que permaneça no centro? Ou isso não importa?

Eu acho boa a sua complementação, muito boa. Não é que não importe. É claro que o espectro político do partido, a questão ideológica, tem que estar alinhada à visão de mundo do participante daquele partido. Então, sim, tem uma relevância nessa decisão. Não sei se migrar para o centro ou para a direita realmente importa. O espectro da nossa atuação é muito bem definido. Liberal na economia, usar do sistema de ambiente de negócios para o desenvolvimento da sociedade, não deixar que o estado seja o grande protagonista desse processo – pois não dá, em um país como o nosso isso não vai acontecer. Aliás, eu acho que este é um dos problemas da esquerda brasileira: achar que o estado grande é que vai resolver as questões. Isso é ideologia, podemos concordar ou discordar. Eu entendo dessa maneira.

É uma discussão que está na mesa (possibilidade de mudança de partido) e é cedo pra dizer. Eu acho que nos próximos três meses muitas coisas vão acontecer. Nesse exato momento existe uma discussão no PSDB sobre o futuro do partido. Vai ficar, vai fortalecer, buscar uma parceria? Convite a gente tem, é natural da política. Mas, eu não tenho nenhuma decisão que não seja ajudar o PSDB a ter o seu rumo claro. Vamos permanecer PSDB e fortalecer esse partido? Ou vamos buscar fortalecer via junção com outras agremiações? Acho que esse é o primeiro passo. Qualquer passo além disso ainda é especulação. Claro que a gente conversa com todas as lideranças políticas, de todos os espectros, não tenho problema com isso. Mas, a minha decisão partidária vai se dar a partir do encaminhamento do PSDB, que é um partido que eu respeito.

E aí se perdeu muito essa discussão de esquerda e direita. Ele (o PSDB) foi o grande opositor ao PT durante uma grande fase da vida brasileira. Foi acusado do neoliberalismo crônico. Então, isso não é esquerda? É direita. Mas, traz uma responsabilidade social que foi contra esse liberalismo mais extremo, e por isso foi atrelado à esquerda. Aí você começa uma discussão muito semântica, menos pragmática. O que eu quero agora é poder fazer política pública que dê resultado para as pessoas. O Brasil precisa ter cuidado com o meio ambiente? Precisa. Precisa ter responsabilidade social? Precisa. Isso é esquerda ou direita? Precisa criar um ambiente de destravar o desenvolvimento e ter responsabilidade fiscal? Precisa. Aí você dá um nome, se é esquerda ou direita, me enquadre do jeito que achar melhor.

A questão semântica não importa, o que importa são as ações. Muitos analistas políticos apontam a necessidade da direita brasileira se desatrelar da extrema-direita. A direita neoliberal é fundamental ao embate político com a esquerda e a centro-esquerda. Mas, hoje, no Brasil, há tendências à direita puxando a política ao extremo. O senhor acha que é um desafio da direita responsável olhar esse cenário e saber o momento certo de se desatrelar? Qual a sua análise?

Acho que existe uma agenda hoje, praticada no campo da nomenclatura, de direita, centro-direita, seja o que for. Mas existe uma agenda muito objetiva: a agenda dos estados e a própria agenda do Brasil. Ela é absolutamente central. Se você pegar um conjunto de governadores do sul, do sudeste, do centro-oeste, até do nordeste e do norte (onde há um volume de governadores mais definido à esquerda), você diz que estes governadores são da direita. Aí você pega no sul o Eduardo Leite, Ratinho e o Jorginho (Jorginho Melo). Aqui no Centro Oeste eu, o Mauro (Mauro Mendes), o Caiado (Ronaldo Caiado), o Ibaneis (Ibaneis Rocha). Você fala, estes governadores são da direita, né? É, tem uma agenda muito bem definida, eles são atrelados ao que se chama do extremo da direita? Não, eles são pragmáticos dentro de uma agenda necessária…

Alguns são, governador. Alguns que batem na ciência, que negam vacina…

Alguns são… mas eu digo no conjunto…

São neoliberais, o que é legítimo.

Isso. Você pode discordar. Eles têm uma visão de potencializar a economia a partir do privado. Esse grupo, a liderança destes governadores tem este foco muito claro dentro dessa visão da direita. A direita não tem nome e sobrenome, tem comportamento: neoliberal, equilíbrio fiscal, um estado menor. Essa é a essência, do meu ponto de vista. Quando você cai para a agenda de usos e costumes, contra a vacina, isso é direita ou esquerda? Para mim não é nada disso. É um posicionamento pessoal, que nega isso ou aquilo. Desenvolvimento com responsabilidade ambiental é agenda, ela é necessária, mas ela é direita ou esquerda? A esquerda tem bandeiras que muitas vezes não são praticadas. Ficam só na bandeira. Então, é preciso entender bem que momento estamos na sociedade. Vamos lá: reforma agrária. Bandeira da esquerda.  Quem está no governo, e que for de esquerda, adota essa agenda. Beleza, ganhou e vai tocar o governo com a agenda que acha interessante. Esta agenda teve sucesso no Brasil? Evoluiu? Quantos pequenos produtores tiveram esta oportunidade, fruto da reforma agrária, e hoje não tem o título da propriedade? Então, agenda para agricultura familiar, parabéns. Essa agenda de levar a tecnologia, de regularizar o título, estruturar os assentamentos colocados. Eu falo pelo meu estado, a gente tem comunidades indígenas sem água. Essa agenda para mim não é de direita ou de esquerda. Ela é necessária, ela é fundamental, ela é humanitária. Estamos há quantas décadas, com governos de esquerda e direita, e não aconteceu? O que está claro e cristalino enquanto demanda da sociedade, nós temos que endereçar, como gestor público, para realizar. Eu tenho muita crença nessa linha de resultado para a sociedade. As minhas premissas econômicas centrais são da direita. Mas isso não me faz contra o social, contra o meio ambiente, contra a ciência que é o que querem rotular.

Mas é que o senhor está colocado em um espaço no qual consegue conversar inteligentemente com todas as áreas e coloca as necessidades à frente de premissas que são atrasadas. É disso que a gente está falando. Mas ficou muito clara a sua colocação.

Eu queria fazer uma pergunta para finalizar que é da área da economia ainda. Falamos tanto da rota bioceânica nestes últimos dois anos, e ela é fundamental. O que que vai acontecer nesse estado daqui para a frente a partir do momento em que ela se torne uma realidade?

É até difícil mensurar. É um ponto de interrogação, uma mudança substancial. Eu acho que a grande questão não é o que vai acontecer, mas a velocidade com o que vai acontecer. Eu me pergunto muito isso. Que está posta uma nova lógica comercial e de turismo, isso está posto. Agora, com que velocidade isso vai acontecer é um pouco a minha angústia. Está muito bacana, né? Chegando a 65% da obra da ponte concluída, está linda. Começou o acesso: recebi na semana passada as fotos. É uma é uma obra maior do que a da ponte. São várias pontes pequenas, um aterro grande, todo vazado por causa do fluxo de água naquela região do banhado. É uma obra fantástica. Agora, o time de resposta que toda aquela região, que engloba quatro países terá…

É coisa para uma década…

É isso aí, eu acho que mais ou menos uma década de crescimento, de desenvolvimento contínuo, evolutivo, que pode ser mais rápido ou menos, mas é nessa linha.

Para finalizar, qual a parte do estado na preparação para que estes municípios possam usufruir desse crescimento?

Novamente, a gente cai na agenda da educação e da qualificação, da infraestrutura. A rota é um eixo, com uma espinha de peixe com a MS-382, a MS-345, a BR-419, do Governo Federal, várias rodovias fazendo o acesso à rota.

Obrigado pela entrevista governador. Que os próximos dois anos sejam tão produtivos como estes dois que já se foram.

Vamos trabalhar para isso.


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Uma resposta para “Pragmatismo e equilíbrio fiscal: Riedel projeta futuro político e econômico de MS”

  1. Valdevino Aparecido de Souza disse:

    Eu gostaria de saber o porque do meu município, APARECIDA DO TABOADO, ser, praticamente escanteio, em relação a investimentos IMPACTANTES, uma vez que temos uma das melhores logística do interior brasileiro.. Grandes investimentos para vários municípios do nosso estado, e nada para Aparecida. Que há de errado conosco. Claro que outros municípios também merece, mas esse “despreso” é histórico… Lamentável…

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