O cheiro da tinta, os dedos manchados, o barulho seco da folha sendo virada — isso tudo era rito. Mas o que doía e, ao mesmo tempo, alimentava era o humano por trás da notícia. O jornalista que errava, insistia, batia na porta, levava “não”, voltava. O colunista que tinha opinião, vício de linguagem, humor … Continue lendo O cheiro da tinta…
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