Na manhã em que o gari Laudemir de Souza Fernandes foi assassinado, a cidade de Belo Horizonte seguiu seu curso quase normalmente. Os carros continuaram a circular, os alarmes dispararam, os aplicativos de entrega trabalharam com velocidade, e as redes sociais seguiram sua dança fútil de selfies e indignações instantâneas. Mas ali, numa rua do … Continue lendo Matou o gari e foi à academia
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