13/04/2024 - Edição 540

Campo Grande

Unidades são reabastecidas e crianças entre 3 e 4 anos voltam a ser vacinadas contra Covid-19

Das quase 25,9 mil crianças que se estima fazerem parte deste grupo, somente 11% iniciou o ciclo vacinal, e apenas 5% de todo o público recebeu as duas doses do imunizante na Capital

Publicado em 24/11/2022 9:53 - Semana On

Divulgação PMCG

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Após um desabastecimento nacional, as unidades de saúde de Campo Grande estão sendo recebendo novas doses do imunizante Coronavac, destinado exclusivamente a crianças entre 3 e 4 anos de idade, devido à escassez de doses. Nesta tarde cinco das unidades que estão referenciadas para a vacinação de bebês será reabastecida com o imunizante, que está disponibilizado à população desde a manhã desta quinta.

Quando finalizada a entrega nestes pontos de imunização, a vacina será distribuída gradativamente nos demais pontos de vacinação referenciados pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). O imunizante já está disponível na USF Silva Regina, USF Aero Itália, UBS Caiçara, USF Santa Emília e USF São Francisco. 

Até o período da tarde, a vacina estará na UBS 26 de Agosto, USF Moreninha, UBS Dona Neta, USF Dona Neta, USF Paulo Coelho Machado e USF Noroeste. “Serão reabastecidas estas unidades agora porque levará tempo para que consigamos entregar em todos os mais de 50 pontos de vacinação, então o mais importante é que tenhamos o imunizante em pelo menos alguns destes locais”, explica a superintendente de vigilância em saúde, Veruska Lahdo. 

Das quase 25,9 mil crianças que se estima fazerem parte deste grupo, somente 11% iniciou o ciclo vacinal, e apenas 5% de todo o público recebeu as duas doses do imunizante na Capital. 

Dados Epidemiológicos 

Desde o início do ano foram registrados 89.178 novos casos de Covid-19 na cidade, sendo que 22 deles nesta última semana epidemiológica. O aumento de casos em todo o país, em decorrência da nova variante da doença gera preocupação, uma vez que há a possibilidade de um novo pico acontecer no entre o final deste ano e o início do próximo, como ocorrido em 2021. 

“Nossa positividade ainda é baixa, 1,4%. Ou seja, a cada mil testes realizados, 14 têm o resultado positivo, mas a nova variante é perigosa principalmente para quem tem a saúde mais fragilizada, como idosos, imunocomprometidos e crianças”, conclui a superintendente. 


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