Entre em nosso grupo

2

WhatsApp Semana On

21/06/2026 - Desde 2009 informando com qualidade

Nos apoie:

Chave PIX:

19.485.790/0001-70

QR Code para doação

Campo Grande

Manifestantes protestam contra lei homofóbica na Câmara de Campo Grande

MPMS avalia possível inconstitucionalidade da norma sancionada por Adriane Lopes

Publicado em 28/04/2026 1:02 - Semana On

Divulgação TV Morena

Clique aqui e contribua para um jornalismo livre e financiado pelos seus próprios leitores.

Manifestantes ocuparam a Câmara Municipal de Campo Grande na manhã desta terça-feira (28) em reação à lei que impede mulheres trans de utilizarem banheiros femininos em espaços públicos e privados da capital. O ato ocorreu durante sessão legislativa e reuniu grupos que reivindicam a revogação da medida, apontando violações a direitos fundamentais.

SIGA A SEMANA ON NO YOUTUBE, INSTAGRAMFACEBOOK, TIKTOK, X E WHATSAPP

A legislação, de autoria do vereador André Salineiro, foi sancionada pela prefeita Adriane Lopes no último sábado (25). Em publicação nas redes sociais, a chefe do Executivo municipal defendeu a decisão sob o argumento de “resguardar o direito das mulheres”. No mesmo vídeo, classificou a situação que motivou a lei como “absurda”, reforçando o posicionamento da administração municipal.

O tema já vinha gerando controvérsia desde a tramitação do projeto na Câmara. Antes mesmo da sanção, sessões legislativas foram marcadas por debates intensos e mobilização de grupos com posições divergentes. Com a transformação da proposta em lei, a discussão ganhou novo fôlego e passou a incorporar questões mais amplas, como segurança, identidade de gênero e garantias de direitos.

Paralelamente à mobilização nas ruas e no Legislativo, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul iniciou a análise da norma. O órgão avalia a legalidade da proibição e possíveis medidas diante de questionamentos formais já apresentados.

De acordo com o MPMS, foram protocolados dois pedidos que solicitam a verificação da constitucionalidade da lei e eventual responsabilização de agentes envolvidos em sua aprovação. As representações partiram de uma advogada trans.

O caso está sob responsabilidade da Procuradoria-Geral Adjunta de Justiça Legislativa, setor encarregado do acompanhamento de normas jurídicas. O procedimento administrativo segue em curso, e o Ministério Público ainda não definiu quais providências poderá adotar.

Enquanto a análise institucional avança, o tema permanece no centro do debate público em Campo Grande, dividindo opiniões e mobilizando diferentes setores da sociedade.

SE FIZER SENTIDO PRA VOCÊ, APOIE O JORNALISMO DA SEMANA ON

MP analisa proibição de mulheres trans em banheiros femininos em CG


Voltar


Comente sobre essa publicação...

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *