28/02/2024 - Edição 525

Campo Grande

Campo Grande assume liderança entre as capitais com menor taxa de desocupação do País

Dia dos Namorados deve injetar R$ 123 milhões na capital, valor 59% maior que em 2022

Publicado em 22/05/2023 10:03 - Semana On

Divulgação PMCG

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A Capital das Oportunidades ocupa o primeiro lugar entre as 26 do país e o Distrito Federal em taxa de desocupação. Com taxa de 3,4%, Campo Grande assume a liderança registrando o menor número para um 1° trimestre desde que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou a divulgação da Pesquisa por Amostra de Domicílios Trimestral (PNAD-T).

Os números da Capital do Mato Grosso do Sul também a colocam abaixo da média estadual que, segundo o IBGE, foi de 4,8%. O resultado ainda é inferior ao de países como Canadá, Austrália e Estados Unidos.

“Assumimos a primeira posição entre as capitais mostrando que somos a Capital das Oportunidades e que estamos nos transformando em um polo de crescimento e de geração de novos negócios. No ano passado ampliamos em mais de 10 mil o número de empresas ativas e seguimos crescendo, o resultado não poderia ser outro senão bons números de empregabilidade”, indica a prefeita Adriane Lopes.

Conforme a Pesquisa, Campo Grande possui 743 mil pessoas em idade para trabalhar, destes, 498 mil estão na força de trabalho. Participam da força de trabalho as pessoas que têm idade para trabalhar (14 anos ou mais) e que estão trabalhando ou procurando trabalho (ocupadas e desocupadas).

Este dado reforça o panorama de crescimento econômico pelo qual Campo Grande vem se beneficiando no pós-pandemia. Desde julho de 2020, mais de 34 mil novos postos de trabalho com carteira assinada foram criados. Apenas no 1º primeiro trimestre de 2023, houve um saldo de 2.558 novas vagas, com destaque para serviços, construção civil e indústria.

Os números indicam ainda que 17 mil pessoas estão desocupadas e 39 mil estão subocupadas. A subutilização da força de trabalho, engloba os desocupados, aqueles na força de trabalho potencial e os subocupados por insuficiência de horas. A taxa de subutilização da força de trabalho é a porcentagem que esta subutilização representa dentro da força de trabalho ampliada (pessoas na força de trabalho somadas à força de trabalho potencial). Todos estes números encontram-se abaixo do período pré-pandemia.

Para o economista e superintendente de Indústria, Comércio, Serviços e Comércio Exterior da Sidagro, José Eduardo Corrêa dos Santos, o índice de 3,4% pode indicar uma situação de pleno emprego. “O pleno emprego é conhecido como o mais alto grau do uso de forças produtivas da economia, principalmente no uso de trabalho. Este processo é possível para uma economia em constante expansão. Este cenário é considerado na macroeconomia quando toda a mão-de-obra, qualificada ou não, pode ser empregada devido ao grande impulso que deixa a economia em equilíbrio. O pleno emprego não é um nível em que o desemprego é nulo, mas que atinja um nível satisfatoriamente baixo”, informa.

Ao comparar os dados com o quarto trimestre de 2022, houve um aumento de 0,3 pontos percentuais na taxa de desocupação, o que indica um movimento sazonal devido às demissões que normalmente ocorrem no fim de cada ano dos trabalhadores contratados para atender as demandas do comércio no Natal e Ano Novo.

O secretário municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio, Adelaido Vila, complementa. “Todas as medidas implementadas pela atual gestão municipal para fortalecer a economia tem demonstrado grande assertividade. Os dados são mais uma prova de que Campo Grande é a Capital das Oportunidades. Temos trabalhado muito, tanto as relações internas, quanto externas, transformando Campo Grande em um grande hub logístico para os países que querem entrar no Brasil, assim como para os estados brasileiros que querem exportar seus produtos”, conclui.

Dia dos Namorados deve injetar R$ 123 milhões em Campo Grande

Dados da Pesquisa Sazonal de Intenção de Compras do Instituto de Pesquisa da Fecomércio MS (IPF-MS) e do Sebrae MS apontam que a expectativa do comércio para o Dia dos Namorados é que a data injete R$ 123.393.307,00 na economia de Campo Grande, com compras em presentes e em comemorações dos casais.

Os valores são divididos em R$ 68.949.637,00 em compras de presentes e R$ 54.443.670.00 em comemorações. Os números são 59% maior que do ano passado, quando se prospectou a venda de R$ 77.415.595,00 em presentes e comemorações (com atualização do IPCA).

“Mais uma data importante para o varejo e as expectativas são as melhores. São mais de R$ 123 milhões que devem movimentar a economia fortalecendo toda uma cadeia. Quem vai presentear o amado ou a amada compre no comércio local, compre do pequeno empreendedor, compre no seu bairro, no Centro de Campo Grande”, diz o secretário municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio, Adelaido Vila.

Uma excelente notícia é que 68,26% dos consumidores pretendem pagar à vista pelos presentes e pelas comemorações. Outros 30,65% vão utilizar algum tipo de parcelamento (cartão ou boleto).

Roupas (29,31%), perfumes e cosméticos (25,54%), calçados (14,99%), flores (14,74%), joias (8,12%) e bolsas e acessórios (7,45%) estão na lista de presentes.

Pamella Benites, publicitária, disse que já se planejou para comemorar a data. “Estou planejando comprar algo que ele quer, que sei que vai agradar. Só não decidi ainda o quê. Além disso, vou preparar uma surpresa com um jantar especial”, relata.

O gasto médio previsto para a compra de presentes é de R$ 200,75, já para comemorar a data deverá ser investido R$ 191,74.

A Pesquisa tem uma margem de confiança de 5% a 7%. Foram ouvidos 1.981 consumidores entre os dias 21 de abril e 27 de abril nos municípios de Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Coxim, Bonito e Corumbá/Ladário e Três Lagoas.

Confira a pesquisa na íntegra do Dia dos Namorados MS 2023.


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