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Campo Grande
Nesta primeira etapa, a vacina estará liberada para idosos de 85 anos ou mais
Publicado em 15/02/2023 12:05 - Semana On
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A aplicação da vacina Bivalente contra a Covid-19 acontece durante a manhã e tarde em 10 unidades básicas e de saúde da família de Campo Grande. Nesta primeira etapa, a vacina estará liberada para idosos de 85 anos ou mais, que tenham recebido a última dose da vacina contra a Covid-19 há pelo menos quatro meses e estejam com o esquema vacinal básico completo.
Conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, a primeira fase contempla idosos de 70 anos ou mais, abrigados e trabalhadores Instituições de Longa Permanência; imunocomprometidos, além de comunidades indígenas e quilombolas.
Estima-se que cerca de 61 mil pessoas façam parte do público da primeira fase da aplicação da vacina. Campo Grande recebeu nesta semana apenas 6 mil doses da vacina bivalente enviadas pelo Ministério da Saúde. Desta forma, a redução da faixa-etária até 70 anos deve ocorrer de maneira gradativa.
As análises dos perfis e dados epidemiológicos mostram que a população idosa acaba sendo acometida pelas formas mais graves da doença e, desta forma, é necessário que este público seja imunizado. A prevenção sempre será o melhor remédio e, sabemos que a vacina é uma das formas mais eficazes de se evitar a doença.
Onde encontrar a vacina?
Segunda a sexta-feira
Horário de vacinação – 7h30 às 11h e 13h às 16h45
Bandeira
USF Moreninhas
Centro
UBS 26 de Agosto
Prosa
USF Noroeste
Imbirussu
UBS Silvia Regina
USF Aero Itália
Lagoa
UBS Caiçara
USF Santa Emília
Segredo
USF São Francisco
Anhanduizinho
UBS Dona Neta
USF Paulo Coelho
Demais públicos
A vacinação segue disponível para crianças de seis meses a menores de 1 anos sem comorbidades, crianças de 1 a 2 anos com comorbidades e pessoas de 03 anos ou mais, bem como aquelas que precisam tomar as doses de reforço.
As doses de reforço devem ser tomadas conforme indicação para cada imunizante e público, seguindo um intervalo de 28 dias a quatro meses, conforme calendário pré-estabelecido pela Sesau.
A aplicação da segunda dose de reforço (quarta dose) está liberada para todas as pessoas com 18 anos ou mais vacinadas vacinadas com a terceira dose há pelo menos quatro meses.
Caso haja dúvida sobre a data para aplicação do reforço basta acessar o carteirinha digital disponível no site: vacina.campogrande.ms.gov.br.
Durante a semana, a vacinação é os testes para detecção da Covid-19 são disponibilizados nas 74 unidades básicas e de saúde da família, seguindo cronograma da Sesau.
Duas doses de vacina monovalente são exigidas para poder tomar bivalente da covid
Seguindo os critérios pré-estabelecidos pelo Ministério da Saúde, as autoridades regionais de saúde pública deverão exigir dos cidadãos no ato da vacinação com a nova dose bivalente contra a covid-19 a comprovação de imunização anterior com duas doses da vacina monovalente. O critério já foi repassado pela SES (Secretária de Estado de Saúde) às 79 coordenadorias municipais de imunização.
As doses bivalentes são vacinas contra a covid-19 que protegem o corpo humano tanto da cepa original, descoberta no final de 2019, e a variante Omicron e todas as demais subvariantes oriundas dela, que apareçam no decorrer da pandemia.
Já as doses monovalentes, que são aplicadas na população sul-mato-grossense desde janeiro de 2021, são aquelas que imunizam contra apenas uma cepa do vírus. A bivalente é considerada mais adequada ao momento e para o controle da doença.
Dividida em cinco fases, a vacinação começa pelos grupos prioritários que incluem pessoas com mais de 70 anos, imunosuprimidos, as que estão em instituições de longa permanência e os povos originários – indígenas, ribeirinhos, quilombolas.
“É importante ressaltar à população que para o indivíduo ser tido como apto a receber esse imunizante bivalente, ele precisa ter pelo menos duas doses da vacina monovalente. Caso você não tenha esse ciclo completo, vai ter que completá-lo para só depois, então, receber a vacina bivalente contra a covid-19”, explica a coordenadora estadual de Vigilância Epidemiológica, Ana Paula Goldfinger.
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