18/05/2024 - Edição 540

Poder

Governo Temer tem aprovação de 4% e reprovação de 79%, diz pesquisa Ibope

Publicado em 29/06/2018 12:00 -

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Pesquisa Ibope divulgada na quinta-feira (28) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Michel Temer (MDB):

– Ótimo/bom: 4%

– Regular: 16%

– Ruim/péssimo: 79%

– Não sabe/não respondeu: 1%

Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada em abril, 72% consideravam o governo "ruim/péssimo"; 21%, "regular"; e 5% avaliavam como "bom/ótimo".

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 21 e 24 de junho e ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Maneira de governar

A pesquisa também avaliou a opinião dos entrevistados sobre a maneira de governar do presidente da República:

– Aprovam: 7%

– Desaprovam: 90%

– Não souberam ou não responderam: 3%

No levantamento divulgado em abril, 9% aprovavam e 87% desaprovavam a maneira de governo de Temer.

Aprovação por áreas

Outro tópico da pesquisa foi a avaliação dos entrevistados sobre áreas de atuação do governo:

Segurança Pública

– Aprovam: 14%

– Desaprovam: 83%

Educação

– Aprovam: 15%

– Desaprovam: 83%

Saúde

– Aprovam: 11%

– Desaprovam: 88%

Taxa de juros

– Aprovam: 8%

– Desaprovam: 89%

Combate ao desemprego

– Aprovam: 11%

– Desaprovam: 87%

Notícias

Os entrevistados também foram questionados sobre as notícias lembradas envolvendo o governo Temer.

Em primeiro (12%) aparece a greve dos caminhoneiros, que aconteceu em maio e durou 11 dias. A greve afetou o escoamento da produção, além do abastecimento de itens como alimentos e combustível.

Percepção do noticiário sobre o governo:

  1. Greve dos caminhoneiros em razão do aumento do combustível: 12%
  2. Corrupção no governo (sem especificar): 11%
  3. Aumento do preço dos combustíveis: 8%
  4. Greves e paralisações pelo Brasil (sem especificar): 5%
  5. Operação Lava Jato/Mensalão: 4%
  6. Manifestações pelo Brasil (sem especificar): 2%
  7. Reforma da casa da filha do presidente da República: 2%
  8. Adiamento da Reforma da Previdência: 2%
  9. Crise financeira nos estados: 1%
  10. Desemprego (sem especificar): 1%

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