25/04/2024 - Edição 540

Mato Grosso do Sul

Riedel: “Quanto mais investimos em saúde no interior, mais desafogamos a Capital”

Regionalização da saúde encurta caminhos e acelera a cura para quem precisa de tratamento em MS

Publicado em 16/10/2022 10:37 - Semana On

Divulgação

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Um dos principais articuladores da política da regionalização da saúde em Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45), destacou que quanto mais o Governo investe em saúde no interior, mais a saúde em Campo Grande é desafogada.

Os resultados desta política podem ser sentidos em todos os municípios. Quem antes precisava viajar centenas de quilômetros dentro de uma ambulância para ter acesso à saúde de qualidade, agora consegue tratamento adequado na cidade onde vive. A regionalização dos sistemas de saúde estruturada nos últimos oito anos já atende, na prática, cidadãos de todas as regiões, do Conesul ao Norte e do Pantanal ao Bolsão.

Em 2015, 46% de todos os procedimentos de média e alta complexidade do Estado eram realizados em Campo Grande. Hoje, apenas 10% das internações dos principais hospitais da Capital, Santa Casa e Regional Rosa Pedrossian, são de pacientes que vivem em cidades do interior.

Entre idas e vindas, a dona de casa Cleide Camilo, de 48 anos, viajava até seis mil quilômetros por mês entre Coxim e Campo Grande para ter acesso ao serviço de hemodiálise três vezes por semana. “Minha vida era corrida. Eu sempre estava cansada, magra e doente porque não comia direito”, lembra ela sobre a rotina de viagens que durou 11 anos, de 2005 até 2016. A realidade da paciente só mudou quando foi inaugurado o setor de hemodiálise em Coxim. “Minha vida melhorou 100%”, diz.

“Vamos continuar investindo forte neste processo de regionalização, permitindo que os sul-mato-grossenses possam ter acesso à saúde em sua região”, avisou Riedel.

Hospitais

No Bolsão, a construção do Hospital Regional de Três Lagoas desafogou as filas por consultas e exames. Na fronteira, a modernização do Regional de Ponta Porã aumentou o número de atendimentos cirúrgicos. No Pantanal, a ampliação da Santa Casa de Corumbá está em fase final e no Norte a ativação de novos serviços como a hemodiálise expandiu os serviços de saúde para 40 municípios.

Em Dourados, a construção do Hospital Regional que vai atender mais de 30 cidades está avançada. Demais obras de reformas, ampliações e modernizações de hospitais também beneficiaram as cidades de Alcinópolis, Anastácio, Aquidauana, Bodoquena, Caarapó, Coronel Sapucaia, Eldorado, Jardim, Maracaju, Naviraí, Nioaque e Nova Andradina.

Na Capital, a saúde também avançou com a conclusão do Hospital do Trauma, anexo à Santa Casa, após 21 anos de obras paralisadas, e do Hospital do Câncer Alfredo Abrão, que recebeu investimentos estaduais para o término dos sete pavimentos mais o subsolo.


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