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Mato Grosso do Sul

Riedel: ‘Geramos muitos empregos, agora vamos ocupá-los qualificando nossa gente’

Publicado em 30/06/2022 12:00 -

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Mato Grosso do Sul ocupa o 4º lugar da lista dos estados que mais geram empregos no Brasil em 2022, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O último levantamento feito pelo Ministério do Trabalho, divulgado nesta semana, mostra que o Estado criou 25.794 vagas de empregos formais de janeiro a maio deste ano, saldo de 157.290 contratações e 131.496 demissões.

Em termos percentuais, a variação relativa sobre o estoque de empregos existentes em dezembro de 2021 foi de 4,59%, o quarto melhor desempenho do País, ficando atrás somente de Amapá (5,01%), Goiás (4,87%) e Mato Grosso (4,68

Ainda assim o estado acumula 7,6% de desemprego. A taxa não é ruim, pelo contrário. Mato Grosso do Sul é o terceiro estado com a menor taxa de desemprego do país, segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mas, o que faz com que um Estado que gera tanto emprego ainda mantenha esta taxa de desocupação? O pré-candidato do PSDB ao Governo do Estado, Eduardo Riedel, explica. “Mato Grosso do Sul tem hoje cerca de 20 mil vagas de empregos abertas devido ao bom ambiente de negócios e de atração de empresas e indústrias criado no últimos anos. No entanto, os empresários dizem que não conseguem ocupar estas vagas. Falta qualificação”, afirma.

Para Riedel, é preciso fortalecer as políticas de qualificação profissional por meio de ações públicas e de parceria com a iniciativa privada. “A maioria das pessoas desempregados no Estado carecem de qualificação profissional.  O erro ocorreu lá atrás, no processo histórico, de formação e qualificação profissional de toda uma geração. Não podemos errar de novo. Como resolver? Não tem outro caminho: educação, capacitação, qualificação dos sul-mato-grossenses, especialmente dos jovens. Temos que massificar este processo, para que estas oportunidades que dão dignidade e renda sejam aproveitadas. Este é o grande desafio e temos condições de enfrenta-lo. Apesar de MS ter a 3ª menos taxa de desemprego do país, muita gente está desempregada por falta de qualificação. Vamos buscar alternativas para estas pessoas”, assegurou.

Riedel explica que o Estado segue captando novos investimentos privados que contribuem para o crescimento do emprego formal. De janeiro a maio deste ano, por exemplo, foram 3.837 empresas constituídas contra 1.890 empresas fechadas, segundo dados da Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul), resultado em um saldo positivo de 1.947 empresas criadas no período.

A política estadual de atração de novos investimentos aliada à segurança jurídica ofertada pelo Governo de Mato Grosso do Sul aos investidores também impulsiona a criação de novos postos de trabalho. Eduardo Riedel teve papel fundamental neste processo em suas passagens pelas secretarias de Governo e de Infraestrutura.


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