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Mato Grosso do Sul

Riedel explica como políticas sustentáveis ganham adesão no mercado financeiro

Candidato ao Governo do Estado ele defende políticas que aliam produtividade e sustentabilidade

Publicado em 19/09/2022 11:50 - Semana On

Divulgação Assessoria

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A sustentabilidade da produção é, hoje, um atrativo para o mercado financeiro. Políticas públicas que se adequem as exigências de ESG (sigla, em inglês, que significa environmental, social and governance, e corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização) são fundamentais para atrair investimentos internacionais.

O termo foi cunhado em 2004 em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. Os critérios ESG estão totalmente relacionados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pelo Pacto Global, iniciativa mundial que envolve a ONU e várias entidades internacionais.

O ESG é uma jornada de transformação dos negócios e envolve a construção de um mundo inclusivo, ético e ambientalmente sustentável, que garanta a qualidade de vida para todos. Essa meta depende da habilidade do poder público e da sociedade civil em desenvolver e implementar práticas de negócios que alinhem lucro, propósito e transparência.

Para Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45), o Mato Grosso do Sul está no caminho certo para fortalecer a simbiose entre produção e sustentabilidade.

“Vamos nos certificar internacionalmente como um território Carbono Neutro a partir de 2030. Apesar da meta ser ousada, acredito que o Estado será um exemplo não apenas para as demais unidades da Federação, mas para todo o mundo. Isso será possível implementando e respeitando três eixos de políticas ambientais, a preservação da biodiversidade, a proteção dos mananciais de águas e o balanço do carbono”, assegurou.

Para Riedel, é imperativo integrar meio ambiente, sustentabilidade, emprego e renda. “Nosso Estado tem sido um exemplo da aliança entre meio ambiente e desenvolvimento. Nos últimos anos implementamos políticas de desenvolvimento sustentável, especialmente no que se refere a descarbonização. Para isso, promovemos a cooperação para o financiamento, incentivos, desoneração, capacitação, desenvolvimento, transferência e difusão de tecnologias e de processos. Ampliaremos estas políticas nos próximos anos”, disse.

Entre os projetos destacados por Riedel – e que tiveram seu carimbo de gestão quando ele capitaneou as secretarias de Governo e Infraestrutura – estão a produção de carne orgânica sustentável, integração Lavoura-Pecuária Floresta (ILPF), programa de recuperação de solos e mananciais, crédito para FCO Verde, geração de energia limpa por meio de biogás na suinocultura, energia solar e de biomassa de cana e madeira. “São programas que tem como objetivo nos colocar na dianteira da corrida pela certificação de Carbono Neutro até 2030, e que tem atraído a atenção de governos e empresas dentro e fora do país”, assegurou o candidato.

“São políticas que unem preservação e desenvolvimento, e que colocam o Mato Grosso do Sul em uma posição de destaque para investidores que, cada vez mais, percebem a importância de aliar estas duas pontas em prol de um futuro sustentável e rentável”, concluiu Eduardo Riedel.


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