23/04/2024 - Edição 540

Mato Grosso do Sul

Programas sociais criados por Eduardo Riedel garantem comida e energia elétrica para os mais pobres

Com R$ 1 bilhão, “Mais Social” e o “Energia Social – Conta de Luz Zero” já atendem mais de 200 mil pessoas todos os meses

Publicado em 11/10/2022 9:35 - Semana On

Divulgação

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Programas sociais criados por Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45), garantem comida e energia elétrica para as famílias mais carentes do Estado.

O “Mais Social” e o “Energia Social – Conta de Luz Zero” já atendem mais de 200 mil pessoas todos os meses. MS é o único estado que, pós-retomada da economia, conseguiu implantar dois programas que distribuem R$ 1 bilhão em dividendos à população mais carente. Enquanto o primeiro dá cartões com R$ 300 mensais para as famílias comprarem comida, o segundo paga as contas de luz daqueles que consomem até 220 kWh. “E o valor do “Mais Social” vai passar para R$ 450 no meu governo”, avisa Riedel.

Em pouco mais de um ano de existência, o Mais Social beneficia mais de 85 mil famílias em todos os municípios. A meta é chegar a 100 mil até o fim do ano. “Olhar e não ter o alimento para dar para o filho é muito triste”, afirma a diarista Sueli de Lima, de 39 anos, que mora em Campo Grande.

“Trabalho de doméstica há muitos anos, desde meus 11 anos, só que agora estou desempregada. Mas eu faço diárias para ter uma renda e o ‘Mais Social’ me ajuda bastante porque está tudo muito caro no mercado. A gente vai e traz uma sacola. Dá para comprar arroz, feijão, uma mistura e o gás, que também está caro. Eu agradeço por ter esse benefício. Tem muita gente que não tem. Muitos e muitos estão passando fome nesse Brasil. Então, é um privilégio”, diz Sueli.

Já o Energia Social, que começou a funcionar em janeiro deste ano, atende 162 mil famílias de todo o Mato Grosso do Sul que estão inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) do Governo Federal.

“Estamos num país desigual e em desenvolvimento. Nas últimas décadas o Brasil falhou em criar condições para inclusão desse contingente grande de pessoas, que estão à margem de um bem- estar, que têm dificuldade, as vezes, até de comprar comida. Temos que criar oportunidades para essas pessoas, por meio do crescimento, do desenvolvimento pela educação, pela qualificação profissional. Nos casos extremos, onde são necessárias medidas imediatas, vamos dar o mínimo de garantias de cidadania, para que estas pessoas tenham renda para garantir a comida em casa. Oferecer a mão para quem precisa, e ajudar estas pessoas a crescerem”, afirmou o candidato.


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