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Legislativo

Associação da Antiga Rodoviária aciona Câmara para cobrar agilidade na revitalização do prédio

Papy reforçou o compromisso da Câmara em acompanhar a situação e intermediar o diálogo com o Executivo Municipal

Publicado em 12/11/2025 2:29 - Semana On

Divulgação Câmara CG

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O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Epaminondas Vicente Neto, o Papy, recebeu a representante da Associação dos Proprietários do Prédio da Antiga Rodoviária, Heloísa Cury, para tratar sobre o andamento das obras de revitalização do empreendimento, localizado no bairro Amambai, região central da Capital.

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Durante o encontro, Heloísa apresentou as principais demandas da Associação, destacando a preocupação com o atraso de mais de quatro anos nas obras e as dificuldades enfrentadas pelos cerca de 108 proprietários de imóveis do local. Segundo ela, a demora na conclusão tem afastado investidores e inviabilizado o uso comercial das salas, que permanecem sem possibilidade de exploração econômica.

“Precisamos de respostas concretas sobre o prazo de conclusão dessa obra de revitalização, que já está atrasada em quatro anos. Hoje aquele espaço está cercado de tapumes, o que gera desconfiança dos empresários. Queremos que a Prefeitura mostre que os trabalhos estão em andamento, que o prédio da antiga Rodoviária já está com uma outra cara, para que possamos atrair novos investidores”, afirmou Heloísa.

Além de cobrar celeridade na execução do projeto, os representantes da Associação pedem também que seja discutida a possibilidade de isenção ou revisão das cobranças de IPTU referentes ao período em que o prédio esteve em reforma, impedindo o uso dos imóveis.

O presidente Papy reforçou o compromisso da Câmara em acompanhar a situação e intermediar o diálogo com o Executivo Municipal. “A Heloísa trouxe uma preocupação pelo atraso da obra e a falta de algumas explicações do Executivo quanto ao cronograma para finalizar. Fiz o compromisso de levar essa pauta até o Executivo, tentar trazer essas informações. Os IPTUs têm chegado e o prédio está fechado, sem rentabilidade, com dificuldade de pagamento dos impostos e protestos. Mas o que mais preocupa é o atraso, de mais de quatro anos dentro do cronograma da obra”, pontuou.

Papy lembrou que os serviços de revitalização contam com recursos provenientes de empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e ressaltou a importância da entrega do projeto para a recuperação da área central da Capital. “A Câmara tem todo interesse em ver esse investimento concluído, porque ele faz parte de uma composição maior, de uma ideia de revitalização do centro de Campo Grande”, completou Papy.

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