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Literatura & Poder

A democracia morre primeiro na cabeça!

A atualidade de Fahrenheit 451, o clássico de Ray Bradbury, em tempos de excesso de informação, superficialidade e intolerância

Publicado em 08/03/2026 7:03 - Victor Barone

Divulgação Semana On - IA

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A democracia não morre primeiro nas ruas — ela morre na cabeça das pessoas. E é justamente esse alerta inquietante que atravessa Fahrenheit 451, o clássico de Ray Bradbury que soa assustadoramente atual em tempos de excesso de informação, superficialidade e intolerância ao pensamento crítico. Em um mundo que promete conforto, entretenimento permanente e opiniões fáceis, quem ainda tem coragem de defender o incômodo de pensar? O jornalista Victor Barone, editor do Portal Semana On, analisa como a distopia escrita em 1953 ajuda a entender o presente — das fogueiras nazistas que queimaram livros em 1933 às novas formas de silenciamento que surgem na era das redes sociais.

VICTOR BARONE

É jornalista, poeta, professor e Mestre em Comunicação pela UFMS. É editor da Semana On desde a sua fundação.

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Cem anos depois, “Minha Luta” nos persegue!

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Victor Barone

Jornalista, professor, mestre em Comunicação pela UFMS.


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